CF/88-Constituição Federal

 

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

Publicada no DOU de 05/10/1988

 

TÍTULO I

Dos princípios fundamentais

TÍTULO II

Dos direitos e garantias fundamentais

TÍTULO III

Da organização do Estado

TÍTULO IV

Da organização dos poderes

TÍTULO V
Da defesa do Estado e das instituições democráticas

TÍTULO VI
Da tributação e do orçamento

TÍTULO VII
Da ordem econômica e financeira

TÍTULO VIII
Da ordem social

TÍTULO IX
Das disposições constitucionais gerais

ATO DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS

 

  

TÍTULO VII
DA ORDEM ECONÔMICA E FINANCEIRA

CAPÍTULO I
DOS PRINCÍPIOS GERAIS DA ATIVIDADE ECONÔMICA

 

Art. 170. - A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios:


I - soberania nacional;


II - propriedade privada;


III - função social da propriedade;


IV - livre concorrência;


V - defesa do consumidor;


VI - defesa do meio ambiente, inclusive mediante tratamento diferenciado conforme o impacto ambiental dos produtos e serviços e de seus processos de elaboração e prestação;

 

               · Inciso VI com redação determinada pelo art. 1º da Emenda Constitucional nº 042, de 19/12/2003 – DOU de 31/12/2003.


VII - redução das desigualdades regionais e sociais;


VIII - busca do pleno emprego;


IX - tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País.

 

               · Inciso IX com redação determinada pelo art. 1º da Emenda Constitucional nº 006, de 15/08/1995 – DOU de 16/08/1995.


Parágrafo único - E assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei.


Art. 171. – REVOGADO.

 

               · Art. 171 revogado pelo art. 3º da Emenda Constitucional nº 006, de 15/08/1995 – DOU de 16/08/1995.


Art. 172. - A lei disciplinará, com base no interesse nacional, os investimentos de capital estrangeiro, incentivará os reinvestimentos e regulará a remessa de lucros.


Art. 173. - Ressalvados os casos previstos nesta Constituição, a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo, conforme definidos em lei.


Parágrafo 1º - A lei estabelecerá o estatuto jurídico da empresa pública, da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias que explorem atividade econômica de produção ou comercialização de bens ou de prestação de serviços, dispondo sobre:

 

               · Parágrafo 1º com redação determinada pelo art. 22 da Emenda Constitucional nº 019, de 04/06/1998 – DOU de 05/06/1998.


I - sua função social e formas de fiscalização pelo Estado e pela sociedade;


II - a sujeição ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários;


III - licitação e contratação de obras, serviços, compras e alienações, observados os princípios da administração pública;


IV - a constituição e o funcionamento dos conselhos de administração e fiscal, com a participação de acionistas minoritários;


V - os mandatos, a avaliação de desempenho e a responsabilidade dos administradores.


Parágrafo 2º - As empresas públicas e as sociedades de economia mista não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos as do setor privado.


Parágrafo 3º - A lei regulamentará as relações da empresa pública com o Estado e a sociedade.


Parágrafo 4º - A lei reprimirá o abuso do poder econômico que vise à dominação dos mercados, a eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário dos lucros.


Parágrafo 5º - A lei, sem prejuízo da responsabilidade individual dos dirigentes da pessoa jurídica, estabelecerá a responsabilidade desta, sujeitando-a às punições compatíveis com sua natureza, nos atos praticados contra a ordem econômica e financeira e contra a economia popular.


Art. 174. - Como agente normativo e regulador da atividade econômica, o Estado exercerá, na forma da lei, as funções de fiscalização, incentivo e planejamento, sendo este determinante para o setor público e indicativo para o setor privado.


Parágrafo 1º - A lei estabelecerá as diretrizes e bases do planejamento do desenvolvimento nacional equilibrado, o qual incorporará e compatibilizará os planos nacionais e regionais de desenvolvimento.


Parágrafo 2º - A lei apoiará e estimulará o cooperativismo e outras formas de associativismo.


Parágrafo 3º - O Estado favorecerá a organização da atividade garimpeira em cooperativas, levando em conta a proteção do meio ambiente e a promoção econômico-social dos garimpeiros.


Parágrafo 4º - As cooperativas a que se refere o parágrafo anterior terão prioridade na autorização ou concessão para pesquisa e lavra dos recursos e jazidas de minerais garimpáveis, nas áreas onde estejam atuando, e naquelas fixadas de acordo com o art. 21, XXV, na forma da lei.


Art. 175. - Incumbe ao Poder Público, na forma da lei, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, sempre através de licitação, a prestação de serviços públicos.


Parágrafo único - A lei disporá sobre:


I - o regime das empresas concessionárias e permissionárias de serviços públicos, o caráter especial de seu contrato e de sua prorrogação, bem como as condições de caducidade, fiscalização e rescisão da concessão ou permissão;


II - os direitos dos usuários;


III - política tarifaria;


IV - a obrigação de manter serviço adequado.


Art. 176. - As jazidas, em lavra ou não, e demais recursos minerais e os potenciais de energia hidráulica constituem propriedade distinta da do solo, para efeito de exploração ou aproveitamento, e pertencem à União, garantida ao concessionário a propriedade do produto da lavra.


Parágrafo 1º - A pesquisa e a lavra de recursos minerais e o aproveitamento dos potenciais a que se refere o "caput" deste artigo somente poderão ser efetuados mediante autorização ou concessão da União, no interesse nacional, por brasileiros ou empresa constituída sob as leis brasileiras e que tenha sua sede e administração no País, na forma da lei, que estabelecerá as condições específicas quando essas atividades se desenvolverem em faixa de fronteira ou terras indígenas.

 

               · Parágrafo 1º com redação determinada pelo art. 1º da Emenda Constitucional nº 006, de 15/08/1995 – DOU de 16/08/1995.


Parágrafo 2º - É assegurada participação ao proprietário do solo nos resultados da lavra, na forma e no valor que dispuser a lei.


Parágrafo 3º - A autorização de pesquisa será sempre por prazo determinado, e as autorizações e concessões previstas neste artigo não poderão ser cedidas ou transferidas, total ou parcialmente, sem prévia anuência do poder concedente.


Parágrafo 4º - Não dependerá de autorização ou concessão o aproveitamento do potencial de energia renovável de capacidade reduzida.


Art. 177. - Constituem monopólio da União:


I - a pesquisa e a lavra das jazidas de petróleo e gás natural e outros hidrocarbonetos fluídos;


II - a refinação do petróleo nacional ou estrangeiro;


III - a importação e exportação dos produtos e derivados básicos resultantes das atividades previstas nos incisos anteriores;


IV - o transporte marítimo do petróleo bruto de origem nacional ou de derivados básicos de petróleo produzidos do País, bem assim o transporte, por meio de conduto, de petróleo bruto, seus derivados e gás natural de qualquer origem;


V - a pesquisa, a lavra, o enriquecimento, o reprocessamento, a industrialização e o comércio de minérios e minerais nucleares e seus derivados, com exceção dos radioisótopos cuja produção, comercialização e utilização poderão ser autorizadas sob regime de permissão, conforme as alíneas b e c do inciso XXIII do caput do art. 21 desta Constituição Federal.

 

               · Inciso V do art. 177 com redação determinada pelo art. 2º da Emenda Constitucional nº 049, de 8/2/2006, DOU de 9/2/2006 – wl.


Parágrafo 1º - A União poderá contratar com empresas estatais ou privadas a realização das atividades previstas nos incisos I a IV deste artigo, observadas as condições estabelecidas em lei.

 

               · Parágrafo 1º com redação determinada pelo art. 1º da Emenda Constitucional nº 009, de 09/11/1995 – DOU de 10/11/1995.


Parágrafo 2º - A lei a que se refere o parágrafo 1º disporá sobre:

 

               · Parágrafo 2º acrescentado pelo art. 2º da Emenda Constitucional nº 009, de 09/11/1995 – DOU DE 10/11/1995.


I - a garantia do fornecimento dos derivados de petróleo em todo o território nacional;


II - as condições de contratação;


III - a estrutura a atribuições do órgão regulador do monopólio da União.


Parágrafo 3º - A lei disporá sobre o transporte e a utilização de materiais radioativos no território nacional.

 

               · Antigo Parágrafo 2º renumerado para Parágrafo 3º pelo art. 2º da Emenda Constitucional nº 009, de 09/11/1995 – DOU DE 10/11/1995.

 

Parágrafo 4º - A lei que instituir contribuição de intervenção no domínio econômico relativa às atividades de importação ou comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados e álcool combustível deverá atender aos seguintes requisitos:

 

               · Parágrafo 4º acrescentado pela Emenda Constitucional nº 033, de 11/12/2001 – DOU de 12/12/2001.

 

I - a alíquota da contribuição poderá ser:

 

a) diferenciada por produto ou uso;

 

b)reduzida e restabelecida por ato do Poder Executivo, não se lhe aplicando o disposto no art. 150,III, b;

 

II - os recursos arrecadados serão destinados:

 

a) ao pagamento de subsídios a preços ou transporte de álcool combustível, gás natural e seus derivados e derivados de petróleo;

 

b) ao financiamento de projetos ambientais relacionados com a indústria do petróleo e do gás;

 

c) ao financiamento de programas de infra-estrutura de transportes.

 

Art. 178. - A lei disporá sobre a ordenação dos transportes aéreo, aquático e terrestre, devendo, quanto a ordenação do transporte internacional, observar os acordos firmados pela União, atendido o princípio da reciprocidade.

 

               · Art. 178 com redação determinada pela Emenda Constitucional nº 007, de 15/08/1995.


Parágrafo único - Na ordenação do transporte aquático, a lei estabelecerá as condições em que o transporte de mercadorias na cabotagem e a navegação interior poderão ser feitos por embarcações estrangeiras.


Art. 179. - A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresas e as empresas de pequeno porte, assim definidas em lei, tratamento jurídico diferenciado, visando a incentiva-las pela simplificação de suas obrigações administrativas, tributárias, pre Videnciárias e creditícia, ou pela eliminação ou redução destas por meio de lei.


Art. 180. - A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios promoverão e incentivarão o turismo como fator de desenvolvimento social e econômico.


Art. 181. - O atendimento de requisição de documento ou informação de natureza comercial, feita por autoridade administrativa ou judiciária estrangeira, a pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no País dependerá de autorização do Poder competente.

 

CAPÍTULO II
DA POLÍTICA URBANA

 

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR: A Lei nº 10.257, de 10/07/2001 – DOU de 11/07/2001, com vigência após 90 (noventa) dias de sua publicação, regulamenta o disposto nos arts. 182 e 183 da presente Constituição, estabelecendo diretrizes gerais da política urbana.

 

Art. 182. - A política de desenvolvimento urbano, executada pelo Poder Público municipal, conforme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes.

Parágrafo 1º - O plano diretor, aprovado pela Câmara Municipal, obrigatório para cidades com mais de vinte mil habitantes, é o instrumento básico da política de desenvolvimento e de expansão urbana.

Parágrafo 2º - A propriedade urbana cumpre sua função social quando atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade expressas no plano diretor.

Parágrafo 3º - As desapropriações de imóveis urbanos serão feitas com prévia e justa indenização em dinheiro.

Parágrafo 4º - É facultado ao Poder Público municipal, mediante lei específica para área incluída no plano diretor, exigir, nos termos da lei federal, do proprietário do solo urbano não edificado, subutilizado ou não utilizado, que promova seu adequado aproveitamento, sob pena, sucessivamente, de:

I - parcelamento ou edificação compulsórios;

II - imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana progressivo no tempo;

III - desapropriação com pagamento mediante títulos da dívida pública de emissão previamente aprovada pelo Senado Federal, com prazo de resgate de até dez anos, em parcelas anuais, iguais e sucessivas, assegurados o valor real da indenização e os juros legais.

Art. 183. - Aquele que possuir como sua área urbana de até duzentos e cinqüenta metros quadrados, por cinco anos, ininterruptamente e sem oposição, utilizando-a para sua moradia ou de sua família, adquirir-lhe-á o domínio, desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural.

Parágrafo 1º - O título de domínio e a concessão de uso serão conferidos ao homem ou à mulher, ou a ambos, independentemente do estado civil.

Parágrafo 2º - Esse direito não será reconhecido ao mesmo possuidor mais de uma vez.

Parágrafo 3º - Os imóveis públicos não serão adquiridos por usucapião.

 

CAPÍTULO III
DA POLÍTICA AGRÍCOLA E FUNDIÁRIA E DA REFORMA AGRÁRIA

 

 

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR: A Lei nº 8.629, de 25/02/1993 – DOU de 26/02/1993, dispõe sobre a regulamentação dos dispositivos constitucionais relativos à reforma agrária, previstos no Capítulo III, Título VII, da presente Constituição Federal.

 

Art. 184. - Compete à União desapropriar por interesse social, para fins de reforma agrária, o imóvel rural que não esteja cumprindo sua função social, mediante prévia e justa indenização em títulos da dívida agrária, com cláusula de preservação do valor real, resgatáveis no prazo de até vinte anos, a partir do segundo ano de sua emissão, e cuja utilização será definida em lei.


Parágrafo 1º - As benfeitorias úteis e necessárias serão indenizadas em dinheiro.


Parágrafo 2º - O decreto que declarar o imóvel como de interesse social, para fins de reforma agrária, autoriza a União a propor a ação de desapropriação.


Parágrafo 3º - Cabe à lei complementar estabelecer procedimento contraditório especial, de rito sumário, para o processo judicial de desapropriação.


Parágrafo 4º - O orçamento fixará anualmente o volume total de títulos da dívida agrária, assim como o montante de recursos para atender ao programa de reforma agrária no exercício.


Parágrafo 5º - São isentas de impostos federais, estaduais e municipais as operações de transferência de imóveis desapropriados para fins de reforma agrária.


Art. 185. - São insuscetíveis de desapropriação para fins de reforma agrária:


I - a pequena e média propriedade rural, assim definida em lei, desde que seu proprietário não possua outra;


II - a propriedade produtiva.


Parágrafo único - A lei garantirá tratamento especial à propriedade produtiva e fixará normas para o cumprimento dos requisitos relativos a sua função social.


Art. 186. - A função social é cumprida quando a propriedade rural atende, simultaneamente, segundo critérios e graus de exigência estabelecidos em lei, aos seguintes requisitos:


I - aproveitamento racional e adequado;


II - utilização adequada dos recursos naturais disponíveis e preservação do meio ambiente;


III - observância das disposições que regulam as relações de trabalho;


IV - exploração que favoreça o bem-estar dos proprietários e dos trabalhadores.


Art. 187. - A política agrícola será planejada e executada na forma da lei, com a participação efetiva do setor de produção, envolvendo produtores e trabalhadores rurais, bem como dos setores de comercialização, de armazenamento e de transportes, levando em conta, especialmente:


I - os instrumentos creditícios e fiscais;


II - os preços compatíveis com os custos de produção e a garantia de comercialização;


III - o incentivo à pesquisa e à tecnologia;


IV - a assistência técnica e extensão rural;


V - o seguro agrícola;


VI - o cooperativismo;


VII - a eletrificação rural e irrigação;


VIII - a habitação para o trabalhador rural.


Parágrafo 1º - Incluem-se no planejamento agrícola as atividades agroindustriais, agropecuárias, pesqueiras e florestais.


Parágrafo 2º - Serão compatibilizadas as ações de política agrícola e de reforma agrária.


Art. 188. - A destinação de terras públicas e devolutas será compatibilizada com a política agrícola e com o plano nacional de reforma agrária.


Parágrafo 1º - A alienação ou a concessão, a qualquer título, de terras públicas com área superior a dois mil e quinhentos hectares a pessoa física ou jurídica, ainda que por interposta pessoa, dependerá de prévia aprovação do Congresso Nacional.


Parágrafo 2º - Excetuam-se do disposto no parágrafo anterior as alienações ou as concessões de terras públicas para fins de reforma agrária.


Art. 189. - Os beneficiários da distribuição de imóveis rurais pela reforma agrária receberão títulos de domínio ou de concessão de uso, inegociáveis pelo prazo de dez anos.


Parágrafo único - O título de domínio e a concessão de uso serão conferidos ao homem ou a mulher, ou a ambos, independentemente do estado civil, nos termos e condições previstos em lei.


Art. 190. - A lei regulará e limitará a aquisição ou o arrendamento de propriedade rural por pessoa física ou jurídica estrangeira e estabelecerá os casos que dependerão de autorização do Congresso Nacional.


Art. 191. - Aquele que, não sendo proprietário de imóvel rural ou urbano, possua como seu, por cinco anos ininterruptos, sem oposição, área de terra, em zona rural, não superior a cinqüenta hectares, tornando-a produtiva por seu trabalho ou de sua família, tendo nela sua moradia, adquirir-lhe-á a propriedade.


Parágrafo único - Os imóveis públicos não serão adquiridos por usucapião.

 

CAPÍTULO IV
DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

 

Art. 192. - O sistema financeiro nacional, estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade, em todas as partes que o compõem, abrangendo as cooperativas de crédito, será regulado por leis complementares que disporão, inclusive, sobre a participação do capital estrangeiro nas instituições que o integram.

 

               · Art. 192 com redação determinada pela Emenda Constitucional nº 040, de 29/05/2003 – DOU de 30/05/2003 – wl.

 

I - (Revogado).

 

II - (Revogado).

 

III - (Revogado)

 

a) (Revogado)

 

b) (Revogado)

 

IV - (Revogado)

 

V - (Revogado)

 

VI - (Revogado)

 

VII - (Revogado)

 

VIII - (Revogado)

 

Parágrafo 1º - (Revogado)

 

Parágrafo 2º - (Revogado)

 

Parágrafo 3º - (Revogado).

 

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